quarta-feira, 30 de abril de 2014

ATENÇÃO PROFESSORES VAMOS A LUTA !!!

Marcada a tão esperada reunião da Secretaria Municipal de Educação e os representantes dos Trabalhadores da Educação para debater as mudanças na carga horária...Vamos ver se desta vez vaiiiiiii !!!! Terça feira(06/05) às 8:00 horas da manhã no Centro Administrativo. No mesmo dia postaremos aqui as considerações úteis para nossa decisão. Aceitar a proposta ou não ????? Eis a questão ! ( Postagem no Facebook)

Realmente trata-se de uma decisão de grande importância para a categoria dos Trabalhadores da Educação da rede municipal. Desde 2008, quando aprovada a Lei Federal 11738,  que instituiu o Piso Salarial Nacional do Magistério,  estamos lutando junto com o Sind-UTE, para que  os nossos direitos sejam efetivados. Entre idas e vindas, ações no supremo, reuniões, debates, audiências públicas se passaram seis longos anos...Neste espaço temporal quanto deixamos de ganhar ????

Agora, em 2014,  parece que realmente a coisa vai acontecer em parte. Dizemos em parte porque ainda não recebemos o Piso Salarial  estipulado pelo MEC, apesar de nossos gestores afirmarem o contrário. segundo eles recebemos bem mais porque nossa jornada de trabalho é de 24 horas, e a Lei em questão,  estipula a carga horária para 40 horas. Balelas, brechas na lei e interpretações equivocadas fazem dos Trabalhadores da Educação uma categoria pouco valorizada e com a autoestima reduzida.

Não restam dúvidas que o diálogo está aberto e somos muito bem tratados quando procuramos a SME ( Secretaria Municipal de Educação) ou estamos em reunião. Porém, valorização que é bom mesmo deixa muito a desejar. Para começar o reajuste anual pelo INPC ( Índice Nacional  de Preços ao Consumidor) é prejuízo para o servidor e um alto negócio para a administração. Isto porque nosso pagamento vem de verba carimbada do FUNDEB ( Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica),  e tal fundo usa como parâmetro para o reajuste dos valores a serem repassados aos municípios o CAQ ( Custo Aluno Qualidade), que é sempre maior que a inflação acumulada(INPC).

Sendo assim, a afirmação de não haver recursos para  reajustes maiores, ou mesmo não ter  condições de melhorar o valor oferecido pelo aumento da carga horária,  é uma retórica natural de todos gestores, sejam eles da esfera municipal, estadual ou federal. Em nossa experiência  aprendemos que os governos são iguais a feijão. Só dá certo se houver pressão, e tal fato só será possível,  com a união da categoria em torno de melhorias coletivas. Tudo que foi conquistado até hoje no âmbito de carreira e direitos foi por meio de lutas...Vamos juntos em mais esta Luta  !!!

Valorização Já !!!

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